Sinestesia

Estava agora mesmo a procurar algum tópico relacionado ao assunto sinestesia dentro de UX (User Experience). E numa das buscas, no blog Sinestesia, caio numa análise do álbum chamado Lloyd Cole, do artista Lloyd Cole. Leio a resenha, curto, vou no Youtube, nosso player de todo dia e, me deparo com aquela clima nostálgico de um bom álbum de 1990.

Me lembrou demais aquelas épocas em que ia até o quarto do meu tio Ricardo, Klaxon, pegar algum CD aleatoriamente escolhido pela capa. E alguns livros e HQs também. E quanta coisa boa vinha daquelas degustações audiovisuais, ou melhor, sinestésicas.

É isso, está tudo na nuvem, voando, confluindo, as vezes você capta alguma coisa boa e pega. Já ouvi gente grande falando isso. E que bono.

Aqui, o álbum para audição: https://www.youtube.com/watch?v=dukcj5PKqP0

bjs

10 discos – 10 games

Essas correntes do Facebook vão e voltam. Fiz uma lista com os 10 discos e 10 games que mais marcaram a minha vida até aqui. E é claro que se tivesse feito ontem ou se fizesse amanhã ela seria diferente.

As de hoje são:

10 Discos

1. Pink Floyd – The Wall
2. Kraftwerk – Trans Europe Express
3. OMD – Organization
4. Roxy Music – Avalon
5. Mark Knopfler – Screenplaying
6. Depeche Mode – Music For The Masses
7. Cocteau Twins – Victorialands
8. Killing Joke – Democracy
9. Dead Can Dance – Dead Can Dance
10. XTC – Skylarking

10 jogos

1. Turtles (Odyssey)
2. Alex Kid (Master System)
3. Collums (Master System)
4. Sonic (Mega Drive)
5. Streets Of Rage II (Mega Drive)
6. Resident Evil (Play 1)
7. God Of War (Play 2)
8. CoD (PS3)
9. Red Dead Redemption (PS3)
10. Last of Us (PS3)

No ar…

Obviamente já devo ter dito isto aqui. Mas uma vez estava lendo uma entrevista do Matrin Lee Gore, compositor do Depeche Mode, onde ele dizia pegar as melodias de suas composições no ar. Anos mais tarde, em uma entrevista na TV, ouvi a mesma coisa de Keith Richards. Com suas mãos calosas, o lendário guitarrista da banda da boca com língua pra fora, gesticulava e dizia que todas as canções já foram tocadas e cantadas. Bastava captar no ar uma dessas melodias e fazer dela sua, que fosse por um período.

E mais uma vez não quero nem vou me comparar à estes dois sujeitos. Mas confesso pensar da mesma forma. E além. Longe de ser plágio, sempre que ouço uma melodia, consigo ouvir outras melodias por baixo da cama de sons. No meio de um solo ou de uns acordes, sempre existe uma melodia querendo sair, uma que não foi tocada, pensada, captada.

Esta canção do Daft Punk, duo de que gosto e admiro muito, é quase um interlúdio. Mas de uma beleza tamanha inversamente proporcional à sua duração.

Sempre que a ouço, repetidas vezes, quase em transe, imagino várias e várias dessas melodias que ficam subentendidas.

Ontem a noite, trabalhando em outra coisa, ouvindo Nightivision, não resisti. Liguei o synth, o LIVE (programa de edição de audio), fiz uma pequena percussão, uma base e criei esta pequena e humilde homenagem, um singelo solo que permeia a melodia. Tinham várias outras. Mas a que captei foi esta.

“Ainda há tempo para ecoar”.

A free interpretation of the beautiful song Nightvision, Daft Punk. My homage.

Exceto quando acontece com você

Algumas coisas você só percebe quando acontecem com você. Como quando você compra um carro numa cor exótica e acaba vendo um da mesma cor a cada esquina. E ainda pensa, puxa como não tinha notado tantos antes? Exemplo idiota mas que ilustra bem.

Esta música do Neil Diamond, que devo ter ouvido várias e várias vezes de tabela na infância, é muito apropriada para o momento. Mesmo não importando muito o ponto de vista de quem escuta ou de quem sofre algo pela primeira vez. Agora é a vez.

Front Page Story

She wakes up
She’s leaving
She sets out so assured
That she can find
The life that she believes in

She’s glad now
It’s over
She never should of gotten so involved
At least that’s what she told him

And it’ ain’t a Front Page Story
Won’t even make the papers
Somebody breaks a heart in two
And it happens much too often
Won’t ever make the headlines
Somebody’s broken heart ain’t new
Except when it happens to you

He wonders
What happened
He thinks of all the things
He might have done
Why shouldn’t she believe him

He wakes up without her
And never really knows
Just what went wrong
But it’s all wrong without her

And it ain’t a Front Page Story
Won’t even make the papers
Somebody breaks a heart in two
And it happens much too often
Won’t ever make the headlines
Another broken heart ain’t new
Except when it happens to you

It ain’t a Front Page Story
Won’t even make the papers
Somebody breaks a heart in two
And it happens much too often
Won’t ever make the headlines
Somebody’s broken heart ain’t new
Except when it happens to you
No no no

Won’t make the headlines
Somebody breaks a heart in two

No no no
Oh no no

Somebody’s broken heart ain’t news
Except when it happens to you

No no no
Won’t make the headlines
Somebody breaks a heart in two

No no no
Oh no no
Somebody’s broken heart ain’t news

Conan

Neste post pretendo ser rápido. Com tantas coisas sérias ao nosso redor, parece uma grande besteira vir postar aqui em protesto de algo que gosto, de uma história de fantasia. Mas como a frase do alemão e grande contador de histórias, Michael Ende que sempre utilizo “Afinal, é apenas isso que procuramos, envolver poesia nas nossas vidas, encontrar poesia na própria vida.” mostra, o que seria da vida sem fantasia?

Nossa válvula de escape. Se faz mais que necessária atualmente.

Voltando ao tema do Gigante de Bronze. E a começar pelo jargão do quadrinho, o nosso amigo Jason Momoa, que é bem legam em Game Of Thrones, não chega nem perto do apelido. E nem perto do primeiro Conan, Arnold Schwarzenegger. Todos fazem piadas sobre o primeiro Conan. Mas a abordagem da história, do personagem, da própria Era Hiboriana, de Robert E. Howard é muito fiel aos quadrinhos tão bem desenhados de John Buscema. E convenhamos, estamos numa era diferente da era do cinema de Cecil B. Demile. A falta de efeitos baratos do filme atual fez o Conan de 1980 parecer o Conan dos Quadrinhos mesmo. Real, sujo, medieval, Hiboriano, humano.

Quando assisti ao trailler do novo filme já fiquei desanimado. Desde o início, do patético nascimento no meio de uma batalha ao treinamento “sacado” e genérico dos meninos guerreiros. Horrível!

Poderia me delongar por horas a fio sobre a rica e espetacular fantasia criada por Robert. E toda a pobreza e falta de compromisso com o filme atual. Mas isso não faz nenhum sentido.

Crom! Tenha piedade de suas almas!

Manutenção

Este blog começou quando descobri que a Locaweb disponibilizava este serviço com meu URL personalizado. Antes era http://blog.stemamo.com. E era um serviço “linkado” ao WordPress.

Depois de alguns anos a Locaweb descontinuou este serviço. Recebi um aviso para migrar meu blog para um servidor WordPress, para não perder meus dados, posts etc. Tentei isso por vezes e não deu certo. Como já era usuário do WP, tinha um URL guardado com meu nome, stemamo. Falei com alguns amigos que entendem muito de programação mas também não conseguiram me ajudar.

Só me restou fazer do jeito mais difícil. Colei todos os posts numa página do Pages, programa correspondente ao Word da Apple, e passei tudo, post por post, para cá. Ao fazer isso perdi todos os comentários, tags e imagens. Começou tudo do zero.

Uma pena. Mas pelo menos consegui mater o blog com seus posts originais.

A justificativa da Locaweb faz sentido. Obviamente que eles não estavam conseguindo se atualizar com os blogs na mesma velocidade e capacidade do WordPress. Por isso deixaram isso de lado. Agora o blog tem mais recursos. Posso até fazer posts pelo celular. E também um novo template, mais clean e atual.

Agora sim, até a próxima!