Imagens Híbridas

Há pouco mais de um mês, me convidaram pra fazer o curso de imagens híbridas do Grupo Luz, pessoal de sampa, feras em tratamento e montagem de imagens – imagens híbridas. Isto está totalmente na moda hoje em dia, tanto na publicidade quanto na moda e design gráfico em geral. Praticamente não há uma imagem sequer que esteja num anúncio de revista, que não seja uma montagem. Muitas vezes o que denuncia isso são as montagens mal feitas, mostrando erros de perspectiva e proporção e, principalmente, de luz e sombra.

No curso, várias dicas sobre como recortar, tratar e até mesmo finalizar imagens. Ganho de pontos para impressão, tratamento por meio de filtros para ressaltar cores e camadas e, reproduzir tipos de arte característicos de épocas e equipamentos. Tipos de iluminação para foptografar, dependendo da intenção final e dicas sobre equipamentos e programas, um ótimo curso e muito bem ministrado pelo pessoal do Grupo Luz.

No final do curso, fotografamos uma modelo no estilo guerreira, para montar uma “imagem híbrida”. Todo o restante da imagem nos foi passado aos pedaços, para testar se tínhamos mesmo captado todas as dicas de montagem, perspectiva, foco, iluminação e, claro, a manipulação do photoshop pra fazer a imagem.

Hoje fiquei sabendo que minha imagen foi a vencedora. Ganhei um curso do Grupo Luz e uma assinatura da revista Photoshop Desktop por um ano.

Lá no curso ainda, quando fomos fotografar, vimos que a modelo era muito novinha, não tinha cara de guerreira. Logo estávamos eu e Rogério, daToca Filmes, convencendo nosso grupo disso. Todos concordaram e resolvemos tirar uma foto dela com um ar mais taciturno. Como se fosse, ao invés de uma guerreira destemida, uma aldeã, assustada e desolada. Deu certo. Por se tratar de uma imagem medieval, combinou muito bem com o ar que queríamos dar à foto. Neste caso não achei que caberia à ela segurar em punho a espada, por isso, deixei-a lá no fundo, numa referência clara a Excalibur. A águia, pra mim, era só um elemento complicador do cenário, mas acabou que coloquei duas, dando um ar mais natural à cena. Por fim, usei de forma mais correta, o que já usava direto sem saber exatamente o que era. Lomografia. Este termo veio do nome da marca de câmeras russas Lomo. Depois conto mais sobre as Lomo. Interessante hoje é que todos usam este recurso, de tirar um pouco da saturação da imagem e ao mesmo tempo ressaltar algumas cores e contornos, dando mais profundidade à imagem. Pra deixar ainda mais dramática a cena, deixei-a bem escura e num tom cinza, puxando pro verde. O resultado final pode ser visto na imagem abaixo. Eu gostei. É uma uma imagem híbrida mas se olhar bem, parece mesmo uma imagem natural.

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