Conan

Neste post pretendo ser rápido. Com tantas coisas sérias ao nosso redor, parece uma grande besteira vir postar aqui em protesto de algo que gosto, de uma história de fantasia. Mas como a frase do alemão e grande contador de histórias, Michael Ende que sempre utilizo “Afinal, é apenas isso que procuramos, envolver poesia nas nossas vidas, encontrar poesia na própria vida.” mostra, o que seria da vida sem fantasia?

Nossa válvula de escape. Se faz mais que necessária atualmente.

Voltando ao tema do Gigante de Bronze. E a começar pelo jargão do quadrinho, o nosso amigo Jason Momoa, que é bem legam em Game Of Thrones, não chega nem perto do apelido. E nem perto do primeiro Conan, Arnold Schwarzenegger. Todos fazem piadas sobre o primeiro Conan. Mas a abordagem da história, do personagem, da própria Era Hiboriana, de Robert E. Howard é muito fiel aos quadrinhos tão bem desenhados de John Buscema. E convenhamos, estamos numa era diferente da era do cinema de Cecil B. Demile. A falta de efeitos baratos do filme atual fez o Conan de 1980 parecer o Conan dos Quadrinhos mesmo. Real, sujo, medieval, Hiboriano, humano.

Quando assisti ao trailler do novo filme já fiquei desanimado. Desde o início, do patético nascimento no meio de uma batalha ao treinamento “sacado” e genérico dos meninos guerreiros. Horrível!

Poderia me delongar por horas a fio sobre a rica e espetacular fantasia criada por Robert. E toda a pobreza e falta de compromisso com o filme atual. Mas isso não faz nenhum sentido.

Crom! Tenha piedade de suas almas!

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